Médico Radiologista

Profissional experiente e disposto a encontrar o melhor caminho para o melhor tratamento.

Corrida

Siga as orientações de um profissional de educação física para evitar problemas.

Telerradiologia na Região Norte

Os exames envidos pela internet são analisados de forma precisa.

Mostrando postagens com marcador pará. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pará. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Densitometria Óssea

Para que serve? 

É um exame simples, rápido e de fácil execução. Baseia-se na dupla emissão de raios-x. A densitometria óssea mede a quantidade de massa óssea, avalia risco de fratura, sobretudo para o tratamento de doenças que retiram minerais dos ossos, deixando-os enfraquecidos, como a osteoporose e a osteopenia.

Como ocorre o procedimento?
O paciente é posicionado em uma mesa, com o auxílio de técnico especializado, permanecendo deitado por cerca de 5 a 10 minutos. Não é necessário jejum. Você deve comparecer ao exame com roupas leves e confortáveis, sem metais (ziper, botões metálicos etc).

A duração do exame é de aproximadamente 20 minutos, no entanto, recomenda-se que você chegue com 30 minutos de antecedência. Não marque compromissos pelo menos meia hora antes e meia hora depois do exame. Assim, você terá mais tranquilidade.

Evite ingerir o suplemento de cálcio no dia do exame. Se você fez algum exame de medicina nuclear recente, por exemplo, cintilografia óssea, mapeamento de tireóide, MIBI, a densitometria óssea não deve ser realizada.
Da mesma forma, procedimentos radiológicos contrastados, como enema opaco e urografia excretora, não devem ser realizados de forma concomitante. É recomendável também um intervalo de pelo menos 2 semanas entre esses métodos.

Para quem é indicado?
A densitometria óssea é indicada para as mulheres acima de 65 anos e os homens acima de 70. Há também as pré-disposições como o histórico de fratura prévia por trauma de baixo impacto; menopausa precoce (antes dos 45 anos de idade); monitorização terapêutica; monitorização de perda óssea; história familiar de fratura por baixo impacto; tabagismo atual; etilismo crônico (acima de duas doses por dia); baixo índice de massa corpórea (menor do que 19 kg/ m2); deficiência visual grave; história de queda recente (mais de duas no último ano); sedentarismo; baixa ingestão de cálcio; medicações (glicocorticosteróides, anti-convulsivantes, lítio, análogos do GnRH, doses excessivas de T4); doenças associadas (amenorréia prolongada, hipogonadismo, hiperparatiroidismo primário, mieloma múltiplo, tireotoxicose, síndrome de Cushing, transplante de órgãos, sndromes de má absorção (doença celíaca, doença de Crohn, gastrectomia), doença pulmonar obstrutiva crônica).

De quanto em quanto tempo é necessário repetir o exame?
Em média, a cada 12 meses, mas existem situações especiais nas quais pode ser repetido precocemente, como uso crônico de corticosteroides. O importante é seguir a orientação médica.

Há riscos?
De forma geral, o exame utiliza pouca radiação ionizante, aproximadamente 25% da dose de radiação recebida durante a realização de uma radiografia simples de tórax. As contraindicações são as mesmas de um exame de raio-x simples, isto é, gestantes devem ser protegidas.


FONTE: DIMAGEM-Diagnostico por imagem

sexta-feira, 7 de março de 2014

Posso Correr?

Com a quantidade de pessoas que sai às ruas para praticar uma simples corrida, duas perguntas: Estão preparadas para praticar a corrida?

Quando vamos correr na rua, precisamos ter músculos preparados para correr, a atividade de corrida movimenta mais de 300 músculos do corpo humano, estes músculos estão prontos para suportar nosso peso por 20, 30, ou 45 minutos correndo?

Quando saímos para correr, o principal órgão que entra em ação é o coração sabendo disso, em que frequência cardíaca estamos praticando corrida?

Para primeira pergunta: Precisamos estar fazendo musculação a 03 meses para que nossos músculos possam suportar nosso peso correndo (estou considerando IMC abaixo de 26, ou seja peso dividido pela estatura ao quadrado).

Para segunda pergunta: temos que correr na frequência cardíaca correta, podemos usar uma formula simples para nos ajudar  F. cardíaca máxima= (220-idade) e usarmos de 60 a 80% desta diminuição, sendo assim, alguém de 40 anos tem a frequência cardíaca máxima de 180 e multiplicando por 60 a 80% dá o resultado de 108 a 144 batimentos por minuto. Procure um professor especialista em corrida e consulte um médico antes.

Paulo Marcelo Rios é professor de Educação Física e Pós-graduado em treinamento desportivo e treinador de corredores.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Papel da ressonância magnética na avaliação das lesões meniscais

Há muitos anos os meniscos são considerados estruturas vitais que desempenham papel fundamental na biomecânica do joelho. O uso da ressonância magnética para diagnosticar a patologia meniscal é extremamente comum. A sensibilidade e especificidade da ressonância magnética no diagnóstico de lesões meniscais em pacientes sem cirurgia prévia variam, no entanto, o consenso é que a RM é essencial nestes pacientes.
Como o menisco desempenha um papel importante na estrutura e na função do joelho, quando lesionados podem acelerar o desenvolvimento de alterações degenerativas irreversíveis. O diagnóstico das lesões menicais deve ser feito pela RM, assim como informações como tipo e extensão da lesão, bem como alterações associadas como lesões ligamentares e o envolvimento do compartimento articular correspondente.
A avaliação do joelho pós-operatório é mais complicada, e a melhor técnica de imagem para estes pacientes é frequentemente debatida. O conhecimento da anatomia, das variantes e das lesões meniscais, assim como do pós-operatório esperado é necessário para proporcionar ao médico assistente todas as informaçōes essenciais para o melhor seguimento clinico do paciente.
É um exame relativamente rápido (menos de 15 min), indolor e não precisa de nenhum preparo específico para a sua realização, vale ressaltar apenas as contra-indicações comuns à RM.