Médico Radiologista

Profissional experiente e disposto a encontrar o melhor caminho para o melhor tratamento.

Corrida

Siga as orientações de um profissional de educação física para evitar problemas.

Telerradiologia na Região Norte

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sexta-feira, 7 de março de 2014

Posso Correr?

Com a quantidade de pessoas que sai às ruas para praticar uma simples corrida, duas perguntas: Estão preparadas para praticar a corrida?

Quando vamos correr na rua, precisamos ter músculos preparados para correr, a atividade de corrida movimenta mais de 300 músculos do corpo humano, estes músculos estão prontos para suportar nosso peso por 20, 30, ou 45 minutos correndo?

Quando saímos para correr, o principal órgão que entra em ação é o coração sabendo disso, em que frequência cardíaca estamos praticando corrida?

Para primeira pergunta: Precisamos estar fazendo musculação a 03 meses para que nossos músculos possam suportar nosso peso correndo (estou considerando IMC abaixo de 26, ou seja peso dividido pela estatura ao quadrado).

Para segunda pergunta: temos que correr na frequência cardíaca correta, podemos usar uma formula simples para nos ajudar  F. cardíaca máxima= (220-idade) e usarmos de 60 a 80% desta diminuição, sendo assim, alguém de 40 anos tem a frequência cardíaca máxima de 180 e multiplicando por 60 a 80% dá o resultado de 108 a 144 batimentos por minuto. Procure um professor especialista em corrida e consulte um médico antes.

Paulo Marcelo Rios é professor de Educação Física e Pós-graduado em treinamento desportivo e treinador de corredores.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A importância da ressonância magnética nas espondiloartrites.




O envolvimento das articulações sacroilíacas e da coluna vertebral nas espondiloartrites axiais ocorre com grande frequência, sendo que a primeira manifestação costuma ser a sacroiliíte. Durante anos, os achados radiográficos foram considerados como marca registrada, no entanto sabemos que estes achados refletem apenas os danos estruturais ao invés de inflamação ativa. Na última década, o campo das espondiloartropatias sofreu grandes alterações, em grande parte movidas pelo desenvolvimento de novas drogas para o tratamento da espondilite anquilosante. A Sociedade Internacional de Espondiloartropatias dedicou seus últimos anos na reavaliação dos critérios de classificação já existentes e para o desenvolvimento e validação de instrumentos de diagnóstico, para facilitar o diagnóstico precoce e a avaliação da resposta ao tratamento. A ressonância magnética (RM) foi uma das principais mudanças, apresentando papel importante na avaliação da doença.  Porém a principal mudança foi no diagnóstico precoce através da avaliação das sacroilíacas. A RM apresenta alta sensibilidade na detecção da inflamação aguda (sacroiliíte). Além de ser um dos principais critérios diagnósticos, a RM pode servir como avaliação da atividade da doença, como monitoramento e pode fornecer orientação para o tratamento.